Luang Prabang

Esta pequena cidade localizada no centro-norte do país, é o principal atrativo turístico de todo país e o fato de ser considerada patrimônio histórico da UNESCO contribui para sua fama. A paisagem natural é linda, e dois rios se encontram nesta cidade o Mekong e o Nam Khan, possibilitando inúmeros passeios de barco de kayka, boia, etc.

Aproveitei que teria um feriado de 4 dias por conta do Ano Novo Budista (como contei no outro post) e decidi  que deveria aproveitar e ir conhecer Luang Prabang. A cidade fica há menos que 400km de Vientiane, capital do Laos e onde moro, porém a viagem dura no mínimo 10 longas horas! Para ir comprei a passagem em uma agência e custou 190.000 kip, algo como R$ 60,00 e eles me buscaram em casa e nos levaram até de onde sairia o onibus, que no final era uma mini-van, mas que foi bem confortável. Na ida só tinha eu uma outra estrangeira o resto eram locais, e foi bem confortável, com várias paradas para banheiro, almoço e lanche. Vale dizer que paguei bem caro na passagem, pois como era o Ano Novo e Luang Prabang concentra várias celebrações deste feriado, muitos vão para a cidade, fazendo com que os preços aumentem.

A viagem demora bastante pois após umas 3 horas de viagem, o caminho é basicamente montanhoso, curvas e sobes e desces, o que me fez ter que tomar um remedinho anti-enjôo, pois foi tenso! Compartilhei um com a gringa que estava comigo. No retorno já tomei um assim que sentei no ônibus e me ajudou a dormir durante uns 70% do tempo 🙂 A passagem de retorno comprei em uma agência também e dessa vez custou 150.000 kip (mais ou menos R$ 45,00). As paisagens durante a vigem são lindas, porém volte e meia apareciam vários bois e vacas e para minha surpresa os vilarejos era todos há poucos metros da estrada, então sempre tinham crianças, adultos, etc.. todos ali, e carros passando em alta velocidade. Super perigoso. Graças a Deus nada aconteceu.

 

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Bom, chegando na cidade, como tinha feito uma reserva com antecedência (umas 2 semanas antes) em um hostel, pois sabia que a cidade estaria lotada, fui direto para o hostel e para minha surpresa chegando lá, eles falaram que estavam super lotados e eu teria que ir para outro hostel! 100% indignada! Eles me devolveram o que tinha pago de depósito e um rapaz me deu carona na garupa da moto para um outro hostel que supostamente tinha vaga. Este outro hostel era péssimo, talve o pior onde já fiquei em toda minha longa estrada hahah, mas era o que tinha. Ao menos era BEM barato, custava 30 000 kip por noite (algo como R$ 9,00). Só para constar, o hostel que não segurou minha vaga chama Central Backpackers e o que acabei ficando por 4 noites é Spicy Lao hostel.

Depois que me instalei fui conhecer o night market (feira) da cidade. Acontece todas as noites na área central da cidade e lá você encontra muito artesanato bonito e barato e também comida. Logo no ínicio tem várias barraquinhas que vendem shake de frutas (10 000Kip cada = R$3,00) e sanduiches em baguete, todos muito bons (estes custavam 15 000 kip = R$ 5,00) e foi lá que comi todas a noites 🙂 A não ser por uma noite que fui experimentar o buffet vegetariano que é bem famoso. Existem vários e todos custam 10 000Kip para um prato à vontade. Confesso que não curti muito, preferia os sanduiches 🙂

No dia seguinte tinha agendado um passei a um acampamento de elefantes! Estava super anciosa e isso era algo que sem dúvidas esta no topo da minha “lista de desejos” à fazer na Ásia. “Comprei” com antecedência o passei direto no site do elephant village ( http://www.elephantvillage-laos.com/) e custou USD 97,00 para o tour de mahout de 1 dia.

Mahout são os “cuidadores” dos elefantes, e é uma profissão meio que pra vida toda. Cada um cuida de um unico elefante e trabalham com eles durante uns 30 anos. E as vezes acontece de passar de pai para filho. Neste tour então aprenderiamos os comandos básicos de como andar no elefante e foi assim que começou o dia. Já colocando o pé no joelho do bicho e falando o comando para ele ergue-lo e então você conseguir subir. Claro que é muito mais dificil que parece porém recebi uma bela ajuda dos instrutores. Vale dizer que este acampamento que fui é privado, porém é reconhecido pelo governo Lao. Eles trabalham com elefantes que uma vez já estiveram nas mãos da indústria madeireira e hoje já estão velhos para isso. Todos elefantes tinham mais que 30 anos e tinha somente um filhote de 11 meses. O Laos já foi conhecido como a terra de 1 milhão de elefantes, porém este número não passa de 2.000 hoje, o que é muito triste.

Enfim, só digo que foi uma das experiência mais incriveis da minha vida! Sem dúvidas nunca esquecerei. Além de andar no pescoço deles, na parte da tarde fomos ao rio juntos para dar banho no elefante e este foi o ponto alto do passeio! Amei! O local também era lindo, como poderão ver nas fotos. É possivel também dormir lá, mas quando era lá por 16h30 eles nos levaram de volta à cidade.

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Meus outros dias na cidade foram básicamente visitar os inúmeros templos, descançar vendo o rio, vários sucos de fruta, fugir das guerras de água (que expliquei no outro post) e passear pela feira a noite. Fora isso conheci outros mochileiros interessantes que estavam no mesmo quarto que eu, e o papo sobre viagens corre solto 🙂

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Em um dos dias acordei as 5h15 a.m. para ver a famoso “ronda das almas” famosa cerimônia budista que acontece em várias cidades, porém é bem famosa em Luang Prabang. O que acontece é que todos os dias os monges saem dos templos para receber dos moradores os alimentos que irão comer durante o dia. Isso mostra seus votos de pobreza e humildade e a população doa basicamente arroz e outras coisinhas, como biscoitos. Vi uma mulher dando também dinheiro. É claro que isso já virou uma atração turistica e muitas mulheres ficam ali para oferecer para os turistas participarem da cerimonia. Não sei quanto custa, mas acho que só é valido se isso significa muito pra você, porque fazer só por fazer não faz sentido.

Confesso que foi um momento único, pois as ruas estavam cheias com uma feira improvisada (geralmente isso não acontece, mas como era Ano Novo estava uma muvuca só) e lá pelas 6 a.m. começou um canto nos alto-falantes da cidade mais os monges passando e tudo acontecendo ao mesmo tempo, foi impressionante. Consegui filmar e espero editar este vídeo logo.

 

 

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Um dos templos da rua central.

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Vista do alto do Monte Phou Si, região central da cidade. É preciso subir uns 200 e poucos degraus!

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Na montanha Phou Si, onde tem um templo famoso e uma bela vista da cidade, têm também uma “forma” do pé de Buda. Não entendi direito, pois é gigante, está mais para alguma dinossauro.

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Durante as celebrações de Ano Novo teve desfile pela cidade.

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Ronda das almas em Luang Prabang

 

Nossa, mais uma vez, ficou um relato enorme. Queria até ter escrito mais, porém deixa para a próxima. Resumindo, Luang Prabang de fato é uma cidade que vale a visita, a beleza natural mais a beleza histórica da cidade são uma combinação unica. Acho que eu teria gostado mais se a cidade estivesse em sua fórmula original, bem calma e tranquila, porém como fui na época do Ano Novo a cidade parecia Salvador em época de carnaval em alguns momentos. Mas pude entender o proquê dela ser a jóia do país.

Ciao!

 

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Aside

You live, you learn

Queria escrever algo mais reflexivo sobre minha experiência na Ásia.

Estava pensando se minha vida teria sido mais fácil se eu estivesse morando em algum país mais desenvolvido aqui mesmo na Ásia. Algo como Coréia do Sul, Hong Kong ou Cingapura. Estes são alguns dos países mais desenvolvidos do mundo com uma alta qualidade de vida, porém compartilham de certa forma da mesma “cultura” na qual estou vivendo. A única diferença é que o Laos é um dos países menos desenvolvidos do mundo, e da Ásia é claro, 34,7% (2008) vivem abaixo da linha da pobreza e mais de 50% (2008) não tem nem privada! A população é basicamente rural e Vientiane és em duvida uma das menores capitais asiáticas. Aqui não tem cinema, Mc Donald’s, shopping center (até tem mais parece um camelodromo), interne rápida, transporte público organizado ( a grande maioria é feita pelos informais tuktuks), entre outros. Tudo é bem simples, o mercado/feira onde me indicaram para comprar legumes e verduras é completamente insalubre, muitas vezes o cheiro que sinto é de um chiqueiro (sem preconceitos, mas para melhor compreensão do leitor, rs) e acho que nunca esquecerei meu choque na primeira vez que fui. Galos e galinhas ainda vivos de um lado, sapos, tartarugas e peixes todos vivos de outro. É só escolher que eles matam ali na hora. Ao passar pelos corredores tranquei a respiração e até fechei os olhos para evitar ver as vísceras e cabeças de outros animais, estes já mortos. Comprei o que queria, e pensei comigo mesma: nunca mais eu volto! Deus me livre!

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Acho que eram grilos fritos

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Tartarugas

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Atenção para o sapo!

Porém quase todo final de semana passo por lá pois de fato é um dos únicos lugares que consigo comprar o que quero, e o mais impressionante, não me choco mais.

Os “supermercados” também são bem limitados, e os produtos importados são tão caros quanto pagaria em Paris, e aos poucos tenho aprendido o que comprar, porém em geral o estoque demora muito para ser reposto, mais de semanas, então quando encontro algo que gosto, tenho que correr e fazer um mini-estoque.

Sinto falta de poder tomar quanta água eu quiser direto da torneira, aqui é proibido, a não ser que você queria testar seu sistema imunológico. Como também não consigo comprar galões de 20 litros  as vezes fervo a água para evitar que eu tenha que comprar todos os dias, só de imaginar o tanto de garrafas plásticas que se gasta com isso, dói meu coração.

O apartamento que encontrei pra morar seria considerado no Brasil como de alguém bem simples com baixa renda, em tamanho é o maior que já morei nos últimos 1 ano e meio (desde que sai de São Paulo), e diferente das residências estudantis que morei na Europa, aqui não fiz nada no apartamento para deixá-lo mais “bonitinho” o máximo que fiz foi pendurar fotos de família e amigos e a única coisa que comprei foi uma faca (aqui eles só comem com colher + garfo ou com os chop sticks (palitinhos). O apartamento fica numa viela, atrás de um prédio, algo que também me deixou sem palavras no início, porém agora tanto faz.

Ah eu também não tenho fogão/forno/microondas ou algo assim, as únicas coisas que tenho para cozinhar são 2 panelas elétricas (tipo aquela de fazer arroz japonês) então mais uma vez tive que me virar.

A poeira por toda cidade é enorme, talvez por que agora ainda é época de seca, mas por causa disso muitos usam máscaras ao andar pelas ruas e é algo que eles se preocupam bastante. Por conta desta poeira, ou sei lá exatamente o que é, o céu não é azul, e quase nunca há nuvens. Vale dizer também que o clima aqui é de monções, isso quer dizer, só existe diferença entre época de seca e época de chuva, fora isso é sempre acima dos 30 graus, e Abril é considerado o mês mais quente do ano, todos os dias, o termômetro passa facilmente dos 40-44 Graus.

Enfim, não parece ser muito fácil morar aqui né? Não quero parecer mimada ou algo assim, mas sem dúvidas a combinação de todos estes fatores juntos, mais toda a diferença cultural, tem feito com este seja o maior desafio da minha vida. E com isso me pergunto, se eu que quero seguir carreira trabalhando com “desenvolvimento local” aguentaria morar na África ou até em outros países asiáticos como Índia. Será que estou fadada a morar em países desenvolvidos, onde shopping malls estejam há poucos quilômetros de distância?

 

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Sem arrependimentos, apenas lições aprendidas (tradução péssima)

Realmente espero que não. Pois apesar de todas essas “dificuldades” as pessoas aqui também são felizes, se não mais felizes do que aqueles que tem acesso a todas modernidades do mundo desenvolvido. Há pelo menos uns 2 anos eu era fascinada por esta região do globo, e estava fazendo de tudo para que de alguma forma eu pudesse vir pra cá. Mal sabia eu tudo que me aguardava. Nada do que se lê antes de vir, pode de fato de preparar para a realidade, ou para um choque cultural. Algo que pude perceber é que meu “poder”de adaptação é bem desenvolvido e muitas das coisas que me chocaram nos primeiros dias, já as vejo como algo “normal” ao menos aqui. Se no inicio meu estômago embrulhava ao ver como as comidas eram vendidas nas ruas, agora já tenho curiosidade em provar o que vejo mesmo não sabendo o que estou comprando (claro que evito as coisas mais não-identificaveis). E assim como o exemplo da comida, tenho me adaptado bem até. Porém percebo que sinto muito mais saudades de casa e do Brasil como um todo estando aqui, do que quando estava no Europa. Acho que isso também está ligado ao fato de que lá( na Europa) eu tinha meu grupo de amigos, que se tornaram como uma família para mim, e aqui o cenário é diferente, muitas vezes me sinto muito sozinha e fazer amizades é difícil, com o locais é praticamente impossível (barreira linguistica e eles são bem reservados).

Outro ponto que me afeta bastante é que sou apaixonada por viajar e fazer isso na Europa era tão facil! Já aqui, para viajar 400km, demora-se 10 horas! Impossibilitando fazer bate e volta nos finais de semana. Mas já tenho pesquisado sobre outros destinos aqui no Laos mesmo para eu tenha algo para fica ansiosa sobre. Infelizmente os vôos são bem caros e o único vôo low cost que sai daqui tem como destino Kuala Lumpur, Malásia, e é claro que eu vou, mas é a única opção. Então o que me deixa animada é pesquisar lugares para ir quando eu terminar meu estágio, pois ai terei uns 50 dias antes de voltar a Paris e quero aproveitar para viajar, é claro.

Enfim, sei que escrevi muito, mas como estou à toa em casa e queria escrever algo que me fizesse refletir sobre o que estou vivendo, não espero que ninguém leia tudo (a não sei minha mãe, rs) porém é algo que poderei olhar e reler ao final de meu tempo aqui e ver o quão bobo talvez tudo isso parecerá no futuro e em como eu estarei pensando sobre tudo isso lá na frente.

 

Só sei de uma coisa, no final tudo irá valer a pena!

Pi Mai – Ano Novo Lao

Sabaidee people!

Faz um tempo que não escrevo e muita coisa aconteceu desde então. Semana passada do dia 14 ao dia 16 de Abril foi celebrado o feriado mais importante dos laosianos, este feriado é também celebrado nesta mesma data na Tailândia e no Camboja. A comoção é geral, e muitos começam a comemorar dias antes e seguem até o próximo final de semana, ou seja mais que uma semana de celebração. Este feriado está ligado ao calendário Budista (para eles, é o ano 2557) e celebram a virada do ano e para cada dia uma atividade é realizada, como por exemplo limpar as casas para receber o próximo ano, levar oferendas ao templo, lavar as imagens do buda, etc.

Mas o que rola todos os dias é muita água! Á agua tem o significado de vida e de benção e neste festival é impossível sair seco, pois tudo acabou virando uma grande guerra de água. Pistolas de todas as formas são vendidas por toda cidade, além de camisetas especiais e bolsas para proteger seus pertences da água também fazem parte da “vestimenta” deste feriado.

Na sexta antes do final de semana do feriado tivemos uma celebração no meu trabalho, onde uma pequena cerimonia budista foi realizada, em seguida as pessoas colocam pulseiras uma nas outras, desejando coisas boas para o ano que se inicia e depois tivemos um banquete servido, com comidas típicas desta ocasião. Em seguida já começou o Karaokê, atividade imprescindível em qualquer festa asiática e começou também a jogação de água… Foi ai que me dei conta, do quão a sério eles levam isso, pois se até no escritório todos saíram molhados, pude sentir o que me aguardava nos dias seguintes.

No sábado de manhã, embarquei para Luang Prabang (que escreverei mais desalmadamente em outro post) e está é uma das principais cidades onde os locais vão para celebrar este feriado, além de vários turistas. Toda esse celebração envolve muita BeerLao (a cerveja local) e com muito gelo, pois é assim que eles a bebem. Então para minha surpresa, esta combinação de bebida, guerra de água e música alta, parecia muito com o Carnaval brasileiro. Tentei evitar as ruas mais cheias, porém as vezes era inevitável. Então com um calor de mais de 40o, aquela água que jogavam em você não era nada mal 🙂

Houve também um desfile, que também faz parte da celebração, porém assisti só um pouco… mas percebi que os locais adoram e as ruas estavam cheias aguardando por este momento. O que mais gostei foi ver outros laosianos, ou seja, de diferentes etnias, pois os que vejo no dia a dia, são todos muito parecidos, porém os que vi lá, que vieram de outros vilarejos para comemorar o Ano Novo, tinham características diferentes e até diferentes formas de se vestir.

E pra finalizar neste sábado tive minha “ultima” festa de Ano Novo na casa do meu chefe. Tinham várias crianças da vizinhança, tivemos um almoço todos juntos e depois eles dançaram e brincaram jogando água e todos nós (desta vez fiquei encharcada). Rolou também futebol e como era a única brasileira, eles presumiram que eu jogava bem futebol #soquenao! Porém eles eram tão ruins, que até me achei boa! ahhah Fiquei no time adulto masculino e eu era a goleira, fiz cada defesa espetacular! Algumas até que foram boas, mas mais uma vez a minha sorte era que eles eram ruim demais para acertar o gol.

E por fim foi essa minha experiência de Ano Novo Lao! Apesar deste feriado não ter nenhum significado pra mim achei muito interessante ver como isso comove toda a nação e todos celebram, de crianças a idosos, além de me ajudar a entender melhor este povo e sua cultura.

Algumas fotos para ilustrar estes momentos:

Cerimonia na festa da firma:

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Banquete:

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Em Luang Prabang, não tinha como não sair molhado:

 

 

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As “armas”

 

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Olha só como eles levam a sério!

 

Estas são o tipo de “oferendas” que eles deixam nos templos, é tudo feito a mão, com folhas e flores:

 

 

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Até mais!

Bisous.

 

 

 

 

Aleatórios que chamaram minha atenção

Dos fatos interessantes que descobri sobre este país recentemente estão:

1. O mais importante monumento da cidade, chamado Patuxay, que é visivelmente semelhante ao Arco do Triunfo francês, foi construido entre os anos 50 e 60 em celebração aos laosianos que lutaram para a indepêndencia do país em relação à França. Mas o fato interessante é que ele foi construiido com cimento e fundos doados pelos Estados Unidos para a construção de um aeroporto! Quem precisa de um aeroporto quando se tem o Arco do Triunfo versão ásiatico né?

Ele é um monumento bem bonito, principalmente quando o sol esta se pondo (como verão na foto abaixo). Por lá ficam vários fotógrafos prontos pra tirar sua foto por um precinho camarada. As vezes que fui vi monges, que também estavam lá para tirar suas fotinhos. É possivel subir no topo, para se ter uma visão da cidade (fato que ainda não tive oportunidade de fazer), custa 3,000kip (algo como R$ 1,00) porém eles fecham as 16h. Atrás tem algo que eles chamam de Patuxay park, mas que pra mim é só uma praça 🙂

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