Yogyakarta minha primeira parada na Indonésia

Cheguei na Indonésia dia 06/09 e meu vôo foi saindo de Kuala Lumpur, Malásia, direto para Yogya (como Yogyakarta é conhecida). Ainda faltam posts sobre os outros lugares que passei pela Malásia, mais o capítulo da minha viagem as Filipinas etc.. ou seja esta tudo bagunçado ahhaha mas decidi escrever algo mais do presente, para não esquecer dos detalhes.

Antes de vir a Indonésia (ou seja até umas 2 semanas atrás) eu não sabia direito qual seria meu roteiro no país, pois o país é enorme e é um arquipélago então não é tão fácil de viajar como os demais países. Inicialmente tinha pensado em pegar uma ferry que conecta a Malásia até a ilha de Sumatra na Indonésia. Dizem que lá é uma região linda e é onde é possível ver orangutangos em seu habitat natural. Mas como queria passar mais tempo em Bali (que é longe da Sumatra) e como estou tentado fazer menos paradas acabei decidindo ir direto pra Yogya.

Yogya fica na ilha de Java, onde também fica a capital do país, Jakarta. Não quis ir para Jakarta pois nunca ouvi alguém dizer alguma coisa boa de lá… é mais uma cidade grande e caótica da Ásia. Já Yogya é uma cidade grande também, mas não muito, porém é uma cidade universitária e a capital cultural do país. Confesso que a cidade em si não curti muito, porém é próximo a cidade que estão dois templos que são patrimônios da UNESCO, o Borobodur e Prambanan.

Mapa do país para entender melhor quando eu falo Sumatra, Java, etc.

Mapa do país para entender melhor quando eu falo Sumatra, Java, etc.

Existem tours que saem as 4 da manhã para ir ao templo assistir o nascer do sol, e outros tours que levam para o passeio, pois o local é afastado do centro de Yogya. Eu fui de forma independente de transporte público mesmo #muitoroots ! e foi tranquilo… na medida do possível hahah.

Primeiro fui até a rodoviária e da lá saiam os ônibus públicos que demorou cerca de 1 hora (ida e volta custou cerca de 50.000 IDR (menos que 5 dollars). A entrada ao templo de Borobodur é mais cara, e existem preços diferentes para locais e para estrangeiros (algo comum pela Indonésia). Tentei me passar por uma local, quase funcionou 😛 mas quando ela me perguntou de onde eu era em bahasa (a língua daqui) fui descoberta! hahaha No final paguei 115.000 IDR (preço para estudante), mas o preço para locais era 1/3 disso. Anyway, fiquei impressionada com a estrutura do local, eles oferecem até um welcome drink (pode escolher água, chá ou café) e o sarongue que você deve usar para entrar no templo.

É possível comprar ingressos combo, que inclui os dois templos (mas eles ficam longe um do outro), porém fui só em um… depois de tanto tempo pela Ásia confesso que me falta pique para entrar em mais um templo. Porém gostei de ter ido e de certa forma é bem diferente de tudo que vi por aqui, apesar de lembrar um pouco os templos de Angkor no Camboja.

O templo

O templo

Foto da parte mais alto, já dentro do templo

Foto da parte mais alto, já dentro do templo

Eu com minhas fãs :P brincadeira, elas pediram para tirar foto comigo depois que descobriram que eu era "gringa" do Brasil :)

Eu com minhas fãs 😛 brincadeira, elas pediram para tirar foto comigo depois que descobriram que eu era “gringa” do Brasil 🙂

Borobodur

Borobodur

Demorei umas 2 horas andando por lá que além do templo tem uns jardins muito bem cuidados, tirei várias fotos e depois voltei a Yogya.

Neste dia ainda tinha que decidir o que fazer e para onde ir em seguida, pois já estava há 3 noites por lá e estava na hora de seguir adiante. Fiquei em um hostel bem afastado do centro, e acho que foi por isso que não conseguir “sentir” Jogya de verdade, apesar de ter gostado bastante do hostel, que era uma casa enorme e bem confortável. Engraçado é que depois que fiz a reserva, recebi um e-mail deles falando que eles eram um “animal friendly” hostel e que lá morava 2 pit bulls, 1 rato branco e 1 gato. Ok, né? hahahah Os cachorros ficavam presos, mas pareciam bem dóceis. O bom é que neste hostel (justamente por ser afastado) eles ofereciam bikes de graça, então foi de bike que fui explorar a cidade 🙂 Aproveitei para trabalhar também, já que em breve tenho que concluir minha dissertação do mestrado.

Ao chegar à Indonésia não sabia muito o que esperar e minha sensação foi de ainda estar na Malásia, pois o povo tem a mesma “cara”, eles são todos da mesma etnia (os Malaios) e falam praticamente a mesma língua, o Bahasa. Engraçado é que passei 18 dias na Malásia e sempre esquecia como dizer obrigada, ai chego na Indonésia e é a mesma palavra! Então agora aprendo! 😛

Inicialmente demorei uns 2-3 dias para me aventurar na cozinha local, pois confesso que a cada país novo, ter que criar “coragem” de ir comer algo que você não sabe ao certo o que é, cansa um pouco… não estou reclamando é claro, mas demanda força de vontade. Porém felizmente mais uma vez a cozinha daqui é um pouco parecida com alguns pratos que já estava acostumada a comer na Malásia.

Enfim, no dia seguinte segui para o Vulcão Bromo, que fica para o próximo capítulo 🙂

Cheers,

F. ❤

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