Cameron Highlands + roteiro pela Malásia.

Saindo das praias paradisíacas das ilhas Perhentian (confere o post aqui), segui para a região chamada Cameron Highlands, que nada mais é que uma região montanhosa, algo como Campos do Jordão. A região é famosa para quem quer conhecer um pouco sobre as plantações de chá da Malásia, porém a região tem bastante a oferecer. Por ser uma região mais fria, é lá que se plantam morangos, flores, entre outras coisas. Como disse lá é mais frio e eu sem casaco não estava preparada para isso, felizmente consegui uma jaqueta emprestada do gerente da pousada em que estava, porém o frio lá é tranquilo, nada extremo. Fiquei em uma pousada super boa, em um dormitório para 6 pessoas e lá conheci uma alemã e um polonês com quem sai para jantar e trocar histórias de viagens 🙂

A cidade principal desta região chama Tanah Rata e existem inúmeras opções de acomodação, restaurantes (vários de comida indiana) e agências de viagem que organizam os tours. No primeiro dia acabei demorando para escolher qual trilha ia querer fazer e quando decidi já estava lotado, o que não foi nenhum problema, pois como estava vindo das ilhas onde não tive acesso à internet, precisava trabalhar um pouco e foi isso que fiz no dia seguinte.

Nisso, escolhi fazer o tour que queria fazer, sem ter muita expectativa, o que foi bom. O tour custou 50 Riggit (em torno de 37,00 reais) e no dia seguinte as 8:30 uma Land Rover passou para nos buscar. Primeiro fomos à plantação de chá, que é bem bonita, porém me lembrava as plantações de arroz que tinha visto no Vietnã e que aos meus olhos eram muito mais bonitas. Mesmo assim, admirei a paisagem e nosso guia nos explicou um pouco sobre como funciona o processo de cultivo de chá, quanto tempo demora, etc. Essa parte eu gostei bastante, pois jamais tinha imaginado como tudo isso funcionam, por exemplo a mesma folha é tanto o chá verde, o branco, o preto e se quiser adiciona-se os sabores, etc… não vou saber explicar hahaha

Em seguida fomos visitar a fabrica de chá, que é bem pequena, mas foi interessante. Logo após tivemos um tempo livre para degustar chás, que não estava incluso no preço que fique bem claro. A fábrica e a plantação que visitamos é da marca BOH, uma das mais famosas do país e era tudo muito bonito e de primeira qualidade.

SAMSUNG CSC

Na plantação de chá

Após o cházinho fomos a um pico para ter uma vista panorâmica da região, e de lá seguimos para a Mossy Forest. Quando eu comprei o tour eu confesso que não sabia o que significa Mossy, achei que era uma floresta comum, porém Mossy quer dizer Musgo e este foi o lugar que mais gostei de ter visitado. Antes de entrar na floresta, que não é muito grande, nosso guia foi nos explicando sobre diferentes folhas e flores (inclusive uma planta carnívora que é comum por lá), vimos uma cobra, até chegarmos na floresta que é incrível, musgo por todo lado e bem úmido, uma paisagem única.

SAMSUNG CSC

A incrível floresta de musgo

SAMSUNG CSC

A flor carnívora

Um tour bem famoso de se fazer nesta região é uma trilha que te leva até a maior flor do mundo, chamada rafflesia, o tour inclui caminha umas 2 horas de ida e mais 2 de volta (não, muito obrigada) e sinceramente não é uma flor bonita não e além disso ela fede (wikepedia: as raflésias emitem um forte odor a carne putrefacta, o que atrai os insectos responsáveis pela polinização) que tal?

A maior flor do mundo!

A maior flor do mundo!

Bom, após a floresta, como ainda tínhamos tempo passamos em uma fazenda de borboletas e flores que foi legal para tirar várias fotos.

SAMSUNG CSC

A região é conhecida também por suas plantações de morango

A "borboletinha"

A “borboletinha”

No mesmo dia depois do tour peguei um ônibus de volta à Kuala Lumpur, para esperar meu vôo para a Indonésia e lá fiquei por mais 3 noites. Quis mostrar um mapa do meu roteiro pelo país, para concluir este capítulo (semana que venho tenho que passar por KL de novo!). No total passei 18 dias viajando pelo país, mais 3 dias em Cingapura. O país é enorme e é dividido entre a parte da peninsula, por onde eu viajei, e Borneo que é a maior parte do país porém menos povoada e menos desenvolvida. Inicialmente eu queria ter ido à Borneo, porém as principais coisas para se fazer por lá é escalar o monte mais alto do Sudeste Asiático (Monte Kinabalu), algo que não tenho preparo para isso, é lá também onde fica um dos lugares de mergulho mais famosos do mundo, Sipadan, porém é super restrito e custo caríssimo (uns 400 dólares). Ou seja, acho que para a viagem que estou fazendo agora essas aventuras e preços não se encaixam.

O país tem paisagens lindas, comida boa, uma mistura louca entre indianos, chineses e malaios, o que deixa o lugar mais interessante ainda, preços acessíveis e opções para todos os gostos. Mesmo assim devo dizer que não foi meu país preferido, não sei ao certo o porquê, talvez estava acostumada a países “menos desenvolvidos” onde para ir à qualquer lugar tem que passar perrengue hahaha. Mas com certeza é um país que vale a visita e em 2 semanas é possível conhecer tranquilamente e fazer um roteiro como o que eu fiz.

Screen Shot 2014-10-04 at 19.16.02

Meu roteiro, incluindo Singapura.

Cheers,

F. ❤

Advertisements

Perhentian, as melhores praias da Malásia!

Já tinham me dito que o litoral da Malásia era super bonito, na verdade o mesmo mar e golfo que banham o sul da Tailândia, onde estão as praias mais famosas do país, é o mesmo que banha esta região do noroeste da Malásia peninsular. Os dois principais destinos são Langawi e as ilhas Perhentian, acabei escolhendo a segunda opção por nenhum motivo em específico, e acho que fiz a escolha certa 🙂

Existe a ilha pequena e a ilha grande, a grande pelo que li é onde estão os hotéis mais caros e a ilha pequena é mais para mochileiro, apesar de existir opções para todos os bolsos também. Sai de Penang as 4:30 da manhã de minivan até chegar a Kuala Besut, uma das cidades de onde as lanchas saem para chegar as ilhas. O preço total saindo de Penang até a ida e volta de lancha, custou 130 Rigght, e por volta de 12h eu cheguei a ilha e fui a procura de um hostel. Não tinha reservado nenhum hostel e quando cheguei quase passei um sufoco, pois cheguei numa quinta-feira e domingo era o Dia Nacional da Malásia, então os locais teriam um feriado prolongado a começar na sexta-feira.

Onde fica as ilhas Perhentian?

Onde fica as ilhas Perhentian?

Como estava quase tudo lotado o hostel que encontrei era bem simples, para não dizer pobre, que nem papel-higiênico dava. Fora isso a energia era a base de gerador e este só era ligado de 19h-07h, então 7 da manhã o ventilador parava e ai você acordava assim que começasse a sentir muito calor, tipo um despertador natural. Os donos do hotel era bem hippies, à la rastafari, mas muito gente boa e o local ficava de frente ao mar.

 Escolhi ficar em long beach, que é a praia principal da ilha, existem outras também como a Coral Beach que fica do lado oposto da ilha e é o local ideal para assistir o por-do-sol, o que eu fiz um dia. Porém deste lado tem menos opções de hotel e restaurante e existem uma maior concentração de casais.
SAMSUNG CSC

Que tal?

Que tal?

Achei que não fosse curtir muito a ilha, pois é bem “roots”, sem energia, quase sem internet, sem caixa eletrônico. Não que isso seja extremamente necessário, mas quando cheguei o clima não estava dos melhores e não tinha achado a praia grandes coisas.
Lagarto que estava todos os dias do lado do meu quarto. Contato com a natureza da ilha :)

Lagarto que estava todos os dias do lado do meu quarto. Contato com a natureza da ilha 🙂

Por ser uma ilha, se nem eletricidade tinha imagina água? Ok, tinha água porém pediam para usar com moderação.

Por ser uma ilha, se nem eletricidade tinha imagina água? Ok, tinha água porém pediam para usar com moderação.

Todos os restaurantes eram bem simples, porém tinham uns mais badalados, mais na área central da praia, experimentei comer em dois deles e a comida era péssima, já estou na Ásia há quase 7 meses e existem 2 pratos que existem em todo lugar e é garantido você pedir e ser bom, que é fried noodles e fried rice, em dos restaurantes pedi um fried noodles e eles conseguiram fazer algo ruim.
Enfim, acabei descobrindo um restaurante/café perto do meu hostel, chamado Chill Out place, onde mais uma vez todos eram rastas… porém a comida era muito boa e no final dos meus dias por lá eles já sabiam até meu nome 🙂 Comia sempre Roti Canai que é um prato típico da Malásia porém de origem indiana (vou colocar uma foto para entenderem).
Fora isso, aproveitei para terminar um livro que estava lendo, relaxar na praia, etc. Na minha penultima noite conheci um grupo de amigos que me chamaram para ficar com eles na praia, e lá ficamos conversando até tarde, quando deu meia-noite, na virada do dia 31 (Dia Nacional da Malásia), tiveram queima de fogos, por sinal muito melhor do que a que tive no meu Ano Novo em Paris hahah, e foi legal ver os locais super felizes comemorando o dia deles.
Nas Perhentians existem muitas opções de tours para fazer snorkelling ou mergulho, até ia fazer porém acabei não fazendo e confesso que me arrependo. A praia em si é linda, tipo piscina e mesmo fora d’água é possível observar a vida marinha do local, deixo o mergulho para uma próxima visita 🙂
Por do sol visto de Coral beach.

Por do sol visto de Coral beach.

Estava sentada no pier observando os peixes.

Estava sentada no pier observando os peixes.

Cheers,

F. ❤

Georgetown, minha cidade favorita na Malásia!

Saindo de Cingapura (com C ou com S?) no dia 25/08 de manhã cheguei em KL por volta de 13h e fui buscar meu computador que tinha deixado arrumando na assistência técnica e de lá já fui direto para outra rodoviária, Puduraya station, que felizmente ficava a uns 20 minutos andando de onde estava. Chegando na rodoviária comprei o próximo ônibus saindo para Georgetown em Penang, e custou cerca de 35 MRY (uns 10 dólares) e em mais 6 horas de viagem chegava em Georgetown. Este dia em específico foi muito cansativo, pois tinha saído de Singapura as 7:30 da manhã e passei 12 horas viajando.

Bom, cheguei em Penang e a rodoviária ficava longe de onde iria ficar, o hostel que reservei (House of Journey – recomendo!) indicou pegar um ônibus público para chegar até lá, e lógico que foi essa opção que escolhi né? rs. No final, da hora que cheguei na rodoviária até chegar no hostel demorei mais 1:30! Ufa. Felizmente o hostel era bem localizado, próximo a várias barracas de comida de rua, algo que é super famoso em Penang e foi por lá que jantei.

Para explicar melhor, Penang é uma ilha da Malásia (bem grande) e nesta ilha a maioria das pessoas ficam, e é a capital deste estado, é em Georgetown, cidade super fofa e cheia de um estilo próprio que eu adorei. Existem passeios que se pode fazer a partir de Georgetown para conhecer o resto de Penang, entre eles o Parque Nacional e a praia, porém peguei alguns dias de chuva e acabei não indo à nenhum destes outros pontos turísticos e fiquei só pela cidade mesmo, que apesar de pequena, adorei ficar andando e explorando cada canto.

No primeiro dia resolvi seguir um mapa específico que aponta os locais onde os grafittes e outras street arts estão localizadas e foi o que mais gostei na cidade. Essa mistura de prédios históricos, Georgetown é patrimônio da Unesco, com diferentes pinturas e esculturas espalhadas pela cidade dão um charme todo especial.

 

Tradicional templo chinês

Tradicional templo chinês

Uma das artes de rua

Uma das artes de rua

Adorei o fato deles incluírem objetos à arte

Adorei o fato deles incluírem objetos à arte

Minha favorita <3

Minha favorita ❤

Existem várias destas "esculturas" de ferro espalhadas pela cidade.

Existem várias destas “esculturas” de ferro espalhadas pela cidade.

A cidade também é conhecida por sua culinária, e de fato comi super bem e gastando pouco. É claro que a opção mais barata são as barracas de ruas, porém existem inúmeros cafés e restaurantes pela cidade onde uma refeição com bebida custava cerca de 8-10 dólares. Aproveitava estes lugares para trabalhar na minha dissertação, já que estava havia uns 15 dias sem conseguir trabalhar, já que meu computador tinha decidido tirar férias 😛 Existe o bairro “little India” assim como em KL e em Singapura, então para quem quiser comida indiana, opções não faltam, mas em geral as comidas de rua são de influência chinesa (o que eu prefiro).

A área de comida de rua, perto do meu hostel

A área de comida de rua, perto do meu hostel

Meu suco favorito, cenoura e laranja :) detalhe para a embalagem.

Meu suco favorito, cenoura e laranja 🙂 detalhe para a embalagem.

Tom yam Mee, meu prato favorito, e o melhor por apenas 1-2 dólares!

Tom yam Mee, meu prato favorito, e o melhor por apenas 1-2 dólares!

No dia seguinte por recomendação de uma moça que conheci em uma livraria, fui visitar uma exposição fotográfica que estava acontecendo por aqueles dias e quando estava no caminho acabei passando por uma outra exposição fotográfica. Adorei as duas. Isso mostra um pouco da vibe artística que rola na cidade e vale dar uma olhada no calendário cultural para ver o que está acontecendo enquanto estiver na cidade, em geral nos hostels existem vários panfletos de tours e do que está acontecendo pela cidade.

Acabei ficando lá por 4 noites e 3 dias e foi um tempo bom para conhecer bem a cidade, pois é bem pequena e é possível fazer tudo caminhando.  Mas isso porque não visitei o restante da ilha, então para isso seria preciso mais tempo.

Cheers,

F. ❤

Kuala Lumpur, Malásia

Cheguei em KL no dia 18/08 já quase fim do dia. A cidade é muito bem conectada e saindo do aeroporto peguei um ônibus que me levou direto a estação central e de lá em só mais uma parada estava na estação do hostel que tinha reservado.

O hostel fica em frente ao mercado central, e do lado da Chinatown, então existem inúmeras opções para comer e foi por ali mesmo que jantei. No dia seguinte precisava levar meu computador para o concerto (com c ou com s?) e me indicaram pegar um ônibus para ir até o shopping que precisava ir. O que achei super legal é que existem umas linhas de ônibus que chama Go KL e que são gratuitas. Acho que foram feitas para os turistas, porém vi muitos locais usando. 

A região que fui para deixar meu computador chama-se Golden Triangle, e é a região de shoppings de KL, com todas as grades lojas e diversos shoppings. Então neste primeiro dia acabei ficando só por esta região e depois explorei as ruas de Chinatown que são cheias de barracas de comida e bugigangas e é possível comer bem gastando 2-3 dólares!

No dia seguinte fui conhecer os principais pontos turísticos da cidade e comecei visitando a Mesquita Nacional que tem entrada gratuita. Chegando lá tive que me vestir à caráter, ou seja, como uma mulher muçulmana, toda coberta. Não sabia se ria, se ficava brava, ahhaha mas com certeza me senti usando uma fantasia. É claro que respeito a cultura deles, mas confesso que pra mim foi um pouco frustrante, pois eu estava lá toda coberta e os homens estavam de bermuda e camiseta. Enfim, a Mesquita é bem bonita e é lá também que “descansam” os presidentes da Malásia. Vale lembrar que a Malásia é um país de maioria muçulmana e são eles que comandam o governo também.

O mercado central

O mercado central

As ruas de China town, cheia de lanternas chinesas.

As ruas de China town, cheia de lanternas chinesas.

Estação de trem

Estação de trem

Por dentro da Mesquita Nacional. Nesta área só quem iria orar é quem podia entrar.

Por dentro da Mesquita Nacional. Nesta área só quem iria orar é quem podia entrar.

A Mesquita Nacional

A Mesquita Nacional

Onde os ex-presidentes estão sepultados.

Onde os ex-presidentes estão sepultados.

Bom, saindo de lá queria ir visitar o Museu de Arte Islamica, que li no tripadvisor ser um ótimo museu. O museu fica a poucos metros da Mesquita, então fui andando. Chegando lá não sabia que existia desconto para estudante e não tinha levado minha carteirinha, então acabei pagando inteira, mas foi uns 5 dólares. O museu é de fato muito bom, com 3 andares, e logo no inicio tinha uma exposição fotográfica que amei. Outra parte do museu que mais gostei foi no ultimo andar onde existiam diversas maquetes, miniaturas dos prédios e mesquitas mais importantes para o povo islâmico. Então tinha desde o Taj Mahal até Mecca.

Entrada do Museu

Entrada do Museu

SAMSUNG CSC

O mini Taj Mahal

O mini Taj Mahal

Mecca

Mecca

Bom, saindo de lá peguei o metro até KLCC (Kuala Lumpur City Center) onde você já sai dentro do Suria Mall, um shopping que fica dentro das torres Petronas. Eu queria ver as torres justamente quando elas estão iluminadas pois me disseram que é a melhor hora. Então fiquei passeando pelo shopping até esperar escurecer, e em uma das saídas do prédio existe um lago onde várias pessoas estavam sentadas ao redor… esperei um pouco e logo depois começou um “show” com luzes e água de dentro do lago. Super bonito.

Dentro do Suria mall

Dentro do Suria mall

O show das fontes!

O show das fontes!

SAMSUNG CSC

Em seguida fui até uma outra saída do shopping de onde daria para ver melhor as torres e meu Deus que arquitetura incrível! As torres foram inspiradas na arquitetura islâmica também e já foram durante um tempo o edifício mais alto do mundo de 98 até 2004). Porém já perderam este recorde (não tenho certeza para quem) porém ainda possuem o recorde de ponte suspensa mais alta do mundo. Esta é a ponte que conecta uma torre a outro direto do 41o andar!

Petronas towers!

Petronas towers!

Fiquei um tempo admirando a ponte e depois voltei para o hostel. No dia seguinte encontrei uma amiga de uma amiga que é daqui de KL e foi super simpática comigo, me levando para almoçar e ficamos juntas até o final do dia. Ela é de origem indiana, ah vale dizer que na Malásia existem basicamente 3 “povos” os indianos e chineses que são a minoria e os malaios que são os muçulmanos e a maioria. Bom enfim, primeiro ela me levou até a Little India, o bairro dos indianos, bem colorido, cheio de restaurantes e lojas e por lá comemos um dos pratos típicos que usa a folha de bananeira como o “prato”. Ai inclui arroz, diferentes carnes e molhos e come-se tudo com a mão! E só a direita, que fique bem claro. Confesso que não curto muito comer com a mão, mas deve ser falta de costume né, porém valeu a experiência.

Meu "prato" indiano

Meu “prato” indiano

As ruas de Little India

As ruas de Little India

Em seguida, fomos até a Batu Caves, que são umas cavernas enormes, porém também são templos do povo indiano. Tinha comentado com ela que ainda não tinha ido lá então ela me levou. Quando estacamos lá o primo dela nos encontrou e passeamos por lá por um tempo. O templo e caverna principal envolve subir vários degraus de uma escada gigante. Como já era fim do dia e ela já tinha ido lá, não quis fazê-las esperar, então só entramos em uma outra caverna. É muito louco ver os milhões de deuses dos hindus e confesso que tinha muita coisa estranha.

Batu Caves

Batu Caves

Dentro de uma das cavernas

Dentro de uma das cavernas

O templo principal

O templo principal

Bom, saindo de lá fomos até a casa dela e depois ela me deixou no hostel. Nos reencontramos mais tarde para irmos jantar em uma rua cheia de restaurantes e barracas de rua e foi muito gostoso. Lá por perto ainda tinham alguns artistas de rua e ficamos vendo uma das bandas e foi muito divertido. Eles cantaram em inglês, em hindi e em árabe e o povo dançava e foi uma festa. Pude ver que mesmo essas diferentes etnias que vivem na Malásia, podem até não morrer de amores um pelos outros, mas sabem viver em harmonia. Pena que não levei minha máquina fotográfica :/ e agora sem celular, fica difícil registrar tudo.

No dia seguinte na parte da tarde fui a rodoviária e peguei um ônibus para Singapura, tópico para o próximo post. A passagem custou 45 Rigg cerca de 15 dólares e a viagem dura umas 5-6 horas.

Volto amanhã de novo para KL, pois tenho que esperar até meu vôo para a Indonésia que será sábado de manhã e como já vi tudo que eu queria ver, vou fazer hora pela cidade 🙂

Cheers,

F. ❤