Kuala Lumpur, Malásia

Cheguei em KL no dia 18/08 já quase fim do dia. A cidade é muito bem conectada e saindo do aeroporto peguei um ônibus que me levou direto a estação central e de lá em só mais uma parada estava na estação do hostel que tinha reservado.

O hostel fica em frente ao mercado central, e do lado da Chinatown, então existem inúmeras opções para comer e foi por ali mesmo que jantei. No dia seguinte precisava levar meu computador para o concerto (com c ou com s?) e me indicaram pegar um ônibus para ir até o shopping que precisava ir. O que achei super legal é que existem umas linhas de ônibus que chama Go KL e que são gratuitas. Acho que foram feitas para os turistas, porém vi muitos locais usando. 

A região que fui para deixar meu computador chama-se Golden Triangle, e é a região de shoppings de KL, com todas as grades lojas e diversos shoppings. Então neste primeiro dia acabei ficando só por esta região e depois explorei as ruas de Chinatown que são cheias de barracas de comida e bugigangas e é possível comer bem gastando 2-3 dólares!

No dia seguinte fui conhecer os principais pontos turísticos da cidade e comecei visitando a Mesquita Nacional que tem entrada gratuita. Chegando lá tive que me vestir à caráter, ou seja, como uma mulher muçulmana, toda coberta. Não sabia se ria, se ficava brava, ahhaha mas com certeza me senti usando uma fantasia. É claro que respeito a cultura deles, mas confesso que pra mim foi um pouco frustrante, pois eu estava lá toda coberta e os homens estavam de bermuda e camiseta. Enfim, a Mesquita é bem bonita e é lá também que “descansam” os presidentes da Malásia. Vale lembrar que a Malásia é um país de maioria muçulmana e são eles que comandam o governo também.

O mercado central

O mercado central

As ruas de China town, cheia de lanternas chinesas.

As ruas de China town, cheia de lanternas chinesas.

Estação de trem

Estação de trem

Por dentro da Mesquita Nacional. Nesta área só quem iria orar é quem podia entrar.

Por dentro da Mesquita Nacional. Nesta área só quem iria orar é quem podia entrar.

A Mesquita Nacional

A Mesquita Nacional

Onde os ex-presidentes estão sepultados.

Onde os ex-presidentes estão sepultados.

Bom, saindo de lá queria ir visitar o Museu de Arte Islamica, que li no tripadvisor ser um ótimo museu. O museu fica a poucos metros da Mesquita, então fui andando. Chegando lá não sabia que existia desconto para estudante e não tinha levado minha carteirinha, então acabei pagando inteira, mas foi uns 5 dólares. O museu é de fato muito bom, com 3 andares, e logo no inicio tinha uma exposição fotográfica que amei. Outra parte do museu que mais gostei foi no ultimo andar onde existiam diversas maquetes, miniaturas dos prédios e mesquitas mais importantes para o povo islâmico. Então tinha desde o Taj Mahal até Mecca.

Entrada do Museu

Entrada do Museu

SAMSUNG CSC

O mini Taj Mahal

O mini Taj Mahal

Mecca

Mecca

Bom, saindo de lá peguei o metro até KLCC (Kuala Lumpur City Center) onde você já sai dentro do Suria Mall, um shopping que fica dentro das torres Petronas. Eu queria ver as torres justamente quando elas estão iluminadas pois me disseram que é a melhor hora. Então fiquei passeando pelo shopping até esperar escurecer, e em uma das saídas do prédio existe um lago onde várias pessoas estavam sentadas ao redor… esperei um pouco e logo depois começou um “show” com luzes e água de dentro do lago. Super bonito.

Dentro do Suria mall

Dentro do Suria mall

O show das fontes!

O show das fontes!

SAMSUNG CSC

Em seguida fui até uma outra saída do shopping de onde daria para ver melhor as torres e meu Deus que arquitetura incrível! As torres foram inspiradas na arquitetura islâmica também e já foram durante um tempo o edifício mais alto do mundo de 98 até 2004). Porém já perderam este recorde (não tenho certeza para quem) porém ainda possuem o recorde de ponte suspensa mais alta do mundo. Esta é a ponte que conecta uma torre a outro direto do 41o andar!

Petronas towers!

Petronas towers!

Fiquei um tempo admirando a ponte e depois voltei para o hostel. No dia seguinte encontrei uma amiga de uma amiga que é daqui de KL e foi super simpática comigo, me levando para almoçar e ficamos juntas até o final do dia. Ela é de origem indiana, ah vale dizer que na Malásia existem basicamente 3 “povos” os indianos e chineses que são a minoria e os malaios que são os muçulmanos e a maioria. Bom enfim, primeiro ela me levou até a Little India, o bairro dos indianos, bem colorido, cheio de restaurantes e lojas e por lá comemos um dos pratos típicos que usa a folha de bananeira como o “prato”. Ai inclui arroz, diferentes carnes e molhos e come-se tudo com a mão! E só a direita, que fique bem claro. Confesso que não curto muito comer com a mão, mas deve ser falta de costume né, porém valeu a experiência.

Meu "prato" indiano

Meu “prato” indiano

As ruas de Little India

As ruas de Little India

Em seguida, fomos até a Batu Caves, que são umas cavernas enormes, porém também são templos do povo indiano. Tinha comentado com ela que ainda não tinha ido lá então ela me levou. Quando estacamos lá o primo dela nos encontrou e passeamos por lá por um tempo. O templo e caverna principal envolve subir vários degraus de uma escada gigante. Como já era fim do dia e ela já tinha ido lá, não quis fazê-las esperar, então só entramos em uma outra caverna. É muito louco ver os milhões de deuses dos hindus e confesso que tinha muita coisa estranha.

Batu Caves

Batu Caves

Dentro de uma das cavernas

Dentro de uma das cavernas

O templo principal

O templo principal

Bom, saindo de lá fomos até a casa dela e depois ela me deixou no hostel. Nos reencontramos mais tarde para irmos jantar em uma rua cheia de restaurantes e barracas de rua e foi muito gostoso. Lá por perto ainda tinham alguns artistas de rua e ficamos vendo uma das bandas e foi muito divertido. Eles cantaram em inglês, em hindi e em árabe e o povo dançava e foi uma festa. Pude ver que mesmo essas diferentes etnias que vivem na Malásia, podem até não morrer de amores um pelos outros, mas sabem viver em harmonia. Pena que não levei minha máquina fotográfica :/ e agora sem celular, fica difícil registrar tudo.

No dia seguinte na parte da tarde fui a rodoviária e peguei um ônibus para Singapura, tópico para o próximo post. A passagem custou 45 Rigg cerca de 15 dólares e a viagem dura umas 5-6 horas.

Volto amanhã de novo para KL, pois tenho que esperar até meu vôo para a Indonésia que será sábado de manhã e como já vi tudo que eu queria ver, vou fazer hora pela cidade 🙂

Cheers,

F. ❤

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