Bagan, Myanmar, e seus milhares de templos.

Bagan era o principal lugar que eu queria visitar em Myanmar. No meu guia Lonely Planet, vi uma foto incrível desta cidade, que um dia foi capital do Reino de Pagan (entre os séculos 9 e 13), e onde um dia já houveram mais de 10 mil templos espalhados por sua planície. Hoje o numero de templos diverge, porém dizem ter entre 2 e 4 mil templos remanescentes. A foto deste lugar me encantou, ainda mais pela possibilidades de fazer uma passeio de balão, para assistir o nascer do sol. No entanto, esta euforia passou, logo que descobri que o passeio custava mais de 300 dólares 😛

Bom, viajei como um ônibus noturno, saindo do Lago Inle, até Bagan, onde cheguei lá por 4 ou 5 da madrugada. Não tinha lugar para dormir ainda e os lugares que encontrei estavam meio caro. Uma caminhonete que levava os turistas de pousada em pousada, foi nos levando em alguma opções, até que no final das contas, combinei em dividir o quarto com uma tailandesa que estava na mesma situação que eu, ou seja, pouca grana e precisando de um lugar para dormir.

Não vou recomendar o lugar que fiquei, porém existem inúmeras opções de hospedagem que variam de preços, creio que paguei cerca de 12 dólares, com café da manhã, para dividir um quarto duplo.

Assim que chegamos na cidade, nos foi cobrada uma taxa do governo para visitarmos a região de Bagan (10 dólares), mas diferente de Angkor, não há ninguém verificando se você tem o ticket ou não, porém é preciso pagar.

O local que fiquei é onde estão as pousadas mais baratas, portanto fica mais distante dos templos, o que não é nenhum problema. Por ali é fácil alugar bicicletas elétricas, tipo uma moto, só que mais lenta, por cerca de 5 dólares por dia. É uma delícia dirigir essa motoca pelos templos.

Acabei ficando em Bagan por 3 noites, porém 2 teriam sido suficientes. Fui duas vezes assistir o por do sol, que é belíssimo! Eu sou suspeita para falar, porque adoro ver o sol se pôr, mas lá é especial.

Procure um templo, existem alguns mais famosos por oferecerem uma vista de frente ao sol, chegue um pouco cedo para poder achar um lugar bem confortável, pois pode ter certeza que irá lotar de tudo quanto é tipo de gente, de monges à turistas com suas cameras e tripés.

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No dia seguinte, combinei com algumas meninas que conheci, de irmos ver o nascer do sol. Para isso combinei com a dona da bicicleta elétrica que lá estava me esperando antes do sol nascer, fomos no escuro em direção a um templo. É fácil de achar, pois várias pessoas estão indo na mesma direção. Ah vale dizer que para todos os templos é preciso cobrir os joelhos e os ombros.

E lá ficamos até o sol nascer e mais uma vez foi um espetáculo!

Quando chegamos para ver o nascer do sol

Quando chegamos para ver o nascer do sol

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Não é incrível?

Não é incrível?

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Neste mesmo dia voltei para ver o nascer do sol, só para admira-lo.

 

Meu 1o por do sol.

Meu 1o por do sol.

No dia seguinte, eu teria que esperar até o fim do dia para pegar meu ônibus de volta a Yangon, então fiquei matando o tempo lá pela cidadezinha mesmo, que não tem nada praticamente nada para ver. Se procurar existem alguns restaurantes bem típicos que servem um curry bem gostoso por preços irrisórios, do tipo 2 dólares!

Nos templos principais de Bagan, sempre tem barracas vendendo souvenir, e nos templos onde o maior público vai para assistir o nascer/por do sol, o assédio é grande, de crianças à mulheres, daquele estilo que você acaba comprando coisas que não precisa e/ou nem queria. No final comprei 2 saias típicas de Mynamar e cartão postal.

Os monges de todas as idades

Os monges de todas as idades

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Este rapazinho falou comigo em um dia e no dia seguinte ele se lembrou de mim, ai tive que comprar.

Este rapazinho falou comigo em um dia e no dia seguinte ele se lembrou de mim, ai tive que comprar.

Cheguei em Yangon no dia seguinte bem cedo e meu vôo para Bangkok era só no final do dia. Não tinha onde dormir ou ficar, acabei entrando num parque público onde vários homens e mulheres já faziam seu exercício matinal e lá tirei um cochilo 🙂 depois fui até o hostel que eu já tinha ficado e paguei para poder tomar banho e usar o wi-fi. Dei mais umas voltas e peguei um taxi até o aeroporto.

Yangon

Yangon

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Myanmar esta sem dúvidas no meu top 3 dos países favoritos do Sudeste Asiático! O país mantém toda sua originalidade, tendo sido pouquíssimo afetado pelo Ocidente e foi isso que eu achei o mais bonito de tudo. O povo é de uma receptividade e carinho genuíno, que muitas vezes me deixava sem graça tamanha alegria por nos receber eles demonstravam. O país ainda é pouco desenvolvido, porém já é bem preparado para os turistas, apesar de poucos falarem bem inglês, porém saber sorrir para seus visitantes como ninguém 🙂 ou seja, você deve ir!

<3

Cheers,

F. ❤

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Inle Lake, Myanmar

Continuo atrasadas com meus posts sobre Myanmar :/ mas vamos lá, antes tarde do que nunca 🙂

Sai de Yangon, por onde cheguei no país e fui para a região do lago Inle, o mais famoso do país e um dos principais destinos turísticos. Eu não sabia muito o que esperar, porém gostei e acho que vale a visita. Em dois dias você consegue ver tudo e mais um pouco, porém acabei ficando 3 dias para descansar mesmo.

Cheguei de Yangon, ainda era madrugada, e apesar de não ter onde ficar, tinha anotado o nome de uma pousada e foi pra lá que eu fui. Chegando lá eles acordaram prontamente, apesar de ser 5 da manhã e nos receberam (estava eu e um alemão que tinha ficado no mesmo hostel que eu em Yangon). A pousada era super barato, paguei 10 dólares para um quarto privado, com banheiro próprio e café da manhã! O lugar chama Diamond Star e super recomendo, fora que o próprio gerente do hostel foi que nos ajudou a organizar nosso passeio pelo lago e outras coisas mais, sempre com um preço super honesto.

Neste primeiro dia que chegamos decidimos alugar uma bicicleta para contornar parte do lago. O lago é enorme, então pedalamos até uma parte, ao longo do caminhos fomos parando em alguns templos até que chegamos a um vilarejo e pagamos um barco para cruzar o lago para o outro lado (levando nossas bikes junto). Em seguida continuamos pedalando até voltar para a cidade que estávamos, no caminho passamos por um monastério que fica no alto de um monte (para isso pagamos para uns motoqueiros nos levarem até lá no alto).

O caminho por onde pedalamos

O caminho por onde pedalamos

Nossas bikes sendo transportadas

Nossas bikes sendo transportadas

Lá no monasterio um dos monges tirando um cochilo :)

Lá no monasterio um dos monges tirando um cochilo 🙂

A paisagem linda ao longo do caminho

A paisagem linda ao longo do caminho

Ah vale dizer que as hospedagens mais baratas ficam em Nyaungshwe. A região do lago é formada por esta cidade e uma outra, porém em Nyaungshwe existem algumas boas opções de hospedagem e alimentação. Comemos um curry à la estilo de Myanmar que era muito bom.

No dia seguinte fizemos o passeio pelo lago, saímos pela manhã e voltamos após o almoço. O lago é lindo e existem várias vilas flutuantes e casas de palafitas no local, é algo bem diferente de se ver, porém já se tornou bastante turístico. Ao longo deste passeio, esta inclusivo conhecer vários workshops diferentes, que inclui também a venda de artesanato.

Começamos inicialmente visitando o floating market, onde concentra-se todos artesanatos que você verá sendo vendido pelo país, com algumas coisas até que interessantes, porém é muito do mesmo. No fim do passeio já não agüentávamos mais ver as mesmas coisas, porém ainda assim indico o passeio. Coloco algumas fotos:

Alguns dos produtos vendidos

Alguns dos produtos vendidos

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Povo lindo!

Povo lindo!

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Fazendo charuto

Fazendo charuto

Por fim no meu terceiro dia, resolvi experimentar uma massagem burmese (típica do país) porém foi péssima :/ talvez eu não tenha tido sorte com o massagista, mas ainda prefiro a tailandesa e a balinesa 🙂 Após este dia peguei o ônibus noturno em direção a Bagan, que fica para o próximo post.

Cheers,

F. ❤

Roteiro para 30 dias no Sudeste Asiático!

Eu fui uma grande felizarda em poder explorar o Sudeste Asiático ao longo de 8 meses, porém sei que pouquíssimos tem esta quantidade de tempo e infelizmente devem se contentar em escolher quais lugares exatos ir, em apenas 30 dias, durante as férias do trabalho e/ou estudos.

É possível conhecer a região em 30 dias? Não, é claro. Porém é possível passar por lugares incríveis e sim conhecer cidades e pessoas que farão com que você ainda volte para esta região, assim que possível.

Assim como um roteiro na Europa, é muito melhor tentar se concentrar em 3-4 países, ao invés de 10, pois assim você realmente não irá conhecer nada, a não ser que você seja o tipo de turista que só se importa em ter uma foto no ponto turístico X e segue adiante.

Este roteiro varia em relação ao que você busca neste subcontinente. Você quer ver de tudo um pouco? Praias belíssimas, templos reluzentes, prédios futurístico? Baladas históricas, passeios feitos SÓ para os turistas?

As opções são inúmeras, e é difícil eu selecionar quais são os lugares mais tops que eu voltaria caso eu tivesse apenas 30 dias, mas vamos lá:

Chegaria por Bangkok (Tailândia) – 2 dias

Seguiria para Chiang Mai (Tailândia) – 3 dias

Voaria para Yangon (Myanmar) – 2 dias

Ônibus noturno para Bagan (Myanmar) – 2 dias

Ônibus noturno para Mandalay (Myanmar) 2 dias

Voaria para Hanói (Vietnã) – 2 dias

de Hanói sai o tour para Halong Bay – 2 dias

quando voltasse para Hanói vindo de Halong Bay, pegaria o bus noturno para SAPA (trekking)- 3 dias

Voaria para Hoi An (o aeroporto fica em Danang) – 4 dias

Voaria para Siem Reap (Camboja) – 3 dias

Voaria para Krabi (Tailândia) –  3 dias

Koh Pi Pi – 2 dias – Retorno para Bangkok para pegar o vôo de volta.

30 DIAS!

Este é um roteiro BEM intenso e que se for incluir o tempo gasto com transfers, talvez não seja possível e uma cidade teria que ser cortada.

É um roteiro que não esta incluso muita praia, então se você busca mais praias este roteiro teria que ser adaptado.

É claro que Malásia, Cingapura e Indonésia são incríveis, porém par suma primeira viagem para a região, escolhas devem ser feitas. No total neste roteiro seria possível conhecer bem 4 países.

Espero que este roteiro ajude algum de vocês que está planejando um mochilão para esta região 🙂

Qualquer dúvida, ficarei feliz em ajudar.

Ps.: Tirando Krabi e Koh Pi Pi, na Tailândia, todos os outros lugares eu fui e é possível encontrar mais informações aqui no blog.

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Cheers,

F. ❤

Yangon, Myanmar!

Em Outubro de 2014 fui à Myanmar, o último destino da minha viagem de 8 meses pelo Sudeste Asiático. Já tinha conhecido quase toda a região, então incluir Myanmar no roteiro fazia todo sentido. Conhecia muito pouco sobre o lugar, porém desde o início da minha viagem, ir à Bagan e ver os mais de 4 mil templos que ali estão, fazia parte do meu imaginário e deveria correr atrás para realizar este meu ultimo desejo antes de partir.

Comprei meu trecho aéreo com a AirAsia saindo de Kuala Lumpur e chegando em Yangon. Escolhi chegar lá pois este é o único ponto de entrada do país onde você pode entrar com o visto emitido online. Confesso que antes de definir se iria para Myanmar ou não, os tramites para conseguir o visto estavam pesando contra, porém felizmente no inicio de setembro o Brasil entrou para a lista dos países que podem solicitar o e-visa (porém deve-se entrar via Yangon) e minha vida ficou muito mais fácil.

O visto deve ser requisitado com alguns dias de antecedência e a taxa de 50 dólares é paga online. Super fácil aqui.

O país abriu muito recentemente para o turismo, o resultado disso é que para mochileiros não é o país mais fácil ou barato de se viajar, porém suas paisagens e pessoas fazem deste país um lugar mágico. Fiquei encantada com a simplicidade e genuinidade deste povo, que sempre que viam um turista sorriam, me fazendo sentir bem vinda.

É de se imaginar que inglês é muito pouco falado por aqui, porém não chega a ser um problema. Antes de chegar ao país tinha pensado em fazer um roteiro básico que incluiria: Yangon, Inle Lake, Mandalay e Bagan. Diria que estes são os principais destinos, além da Golden Rock e o litoral do país que também é belissimo. O que eu não esperava é que as distancias entre cada um desses destinos são enormes, entre 10 e 12 horas de ônibus e por ser meu último país deste mochilão (ainda passei 3 dias em Bangkok antes de embarcar rumo a Europa), estava extremamente cansada de passar noites mal dormidas em viagens perigosas, e sim em geral todos os ônibus em Myanmar viajam durante a noite.

Fora isso, os trechos de ônibus custavam caro, como por exemplo de Yangon para Inle Lake, que custou algo como 18 dólares. Para quem esta viajando com um orçamento limitado este é uma valor alto, fora que o hostel mais barato em Yangon custou 12 dólares e estava longe de ser bom. Foi com eles mesmo que comprei a passagem de ônibus (que este sim foi bem confortável) e lá do hostel, no centro de Yangon, dividi um táxi com um alemão, já que a rodoviária fica super longe, levamos certa de 1 hora para chegar lá e custou cerca de 8 dólares (sem ar-condicionado, pois com ar é mais caro!).

Bom, agora falando de Yangon, ao chegar no aeroporto paguei 7 dólares para chegar ao hostel e como cheguei pela manhã, aproveitei para ir caminhar e visitar o mercado central, um dos principais pontos turísticos da cidade.

Achei Yangon uma cidade VIVA, e foi isso o que mais gostei de lá. Não é uma cidade bonita, porém as pessoas estão nas ruas, comprando, vendendo, negociando, freiras e monges passando, etc. gostei bastante. Fora que adoro ver o comércio local e principalmente a culinária local. Já fui de cara comer um macarrão que pedi através de mímica, muito gostoso pois após os ingredientes serem colocados numa vasilha a moça misturou tudo com as próprias mãos (sem luvas), dando um tempero especial ao prato 😛 estava delicioso e custou menos de 1 dólar, o que me fez repetir o prato.

Meu almoço sendo preparado :)

Meu almoço sendo preparado 🙂

Delícia!

Delícia!

Aceita um grilo frito?

Aceita um grilo frito?

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O mercado central em si não achei nada demais, porém para quem gosta de souvenirs, pedras de jade e bugigangas lá é o local. Voltei caminhando para o hostel e explorando as ruelas até chegar a minha rua.

As freiras andando pelo mercado central e recolhendo doações.

As freiras andando pelo mercado central e recolhendo doações.

No dia seguinte fui visitar o principal templo do país a Shwedagon Pagoda, para chegar lá pretendia ir caminhando, porém o sol era forte e Yangon não é uma cidade muito pequena, então acabei indo de táxi. Para visitar o templo custa 10 dólares e deve-se ter os ombros e pernas cobertas (eu acabei tendo que “alugar” um lenço para cobrir as pernas). O local é enorme e a maioria são locais e peregrinos, e com certeza vale a visita. Saindo do templo, fiquei sabendo sobre uma exposição fotográfica que estava acontecendo no Museu Nacional, e fui visitar e gostei muito também.

A Pagoda

A Pagoda

Os monges

Os monges

Já tinha passado dois dias inteiros em Yangon e não tinha mais muito para se ver, porém como já tinha comprado passagem para o Inle Lake só para o dia seguinte, aproveitei para ir ao cinema, descansar, trabalhar etc.

Super recomendo Yangon, e como comentei 2 dias são suficientes 🙂

Próxima parada Inle Lake.

Prometo que irei atualizar mais o blog!

Cheers,

F. ❤

Sri Lanka em 12 dias!

O Sri Lanka entrou no meu roteiro, nada planejado, por pura curiosidade minha. Lógico que sou curiosa para conhecer cada país, porém o Sudeste Asiático em si já tinha conhecido praticamente todos países, e pesquisando dentre os destinos que minha queria Air Asia voa acabei escolhendo o Sri Lanka. Queria India, porém estava fora de cogitação por ser muito perigoso para mulheres irem sozinhas. Ida e volta Kuala Lumpur (Malásia)-Colombo custou cerca de 200 dólares.

O voo leva umas 3 horas e cheguei em Colombo na tarde do dia 02 de Outubro. Cheguei no país sem ter tido muito tempo de pesquisar o que fazer e para onde ir, porém sabia 2 coisas que eu não podia ir embora sem ver (ambos adentraram minha mente, após ter assistido a ultima season de Amazing Race):
1. Andar de trem com o mar a poucos metros.
2. Pescadores que só são visto aqui, com um jeito bem especifico.
Bom, cheguei em Colombo, e peguei um ônibus que leva até o Forte, detalhe que o aeroporto é super longe de demorou cerca de 2 horas e meia até chegar no hostel que eu tinha reservado.
Não queria perder muito tempo em Colombo então decidi que no dia seguinte já iria pegar o trem rumo a Galle, uma cidadezinha fortificada que fica no sul do país. Neste hora decidi também que deveria comprar o guia Lonely Planet do país, para facilitar minha vida e eu ficar menos barata tonta, e foi uma boa compra, como sempre.
A viagem de trem foi aquilo que eu esperava, trem lotado, sem lugar para sentar e ainda descobri que tinha comprado o bilhete para 3a classe! O ticket custou menos que 1 dólar, então não podia esperar muita coisa né? hahah Fui seguindo em direção a 3a classe, mas como estava tudo lotado, sentei na porta do trem, assim como os locais, e lá segui viagem pelas próximas 3 horas e posso te dizer que foi um dos pontos alto desta viagem!
A vista durante a viagem

A vista durante a viagem

Dentro do trem

Dentro do trem

Chegando em Galle o motorista to tuktuk me levou a uma guesthouse que “ele indicava” e fui dar uma olhada e acabei ficando por lá mesmo. A guesthouse ficava dentro do forte e custou cerca de 13 dólares para quarto privado (sem café da manhã).
Dentro do Forte em si, achei os restaurante meio caros, por ser bem turístico, porém mesmo assim nada exorbitante e era possível comer um belo curry típico por 5 dólares. O Forte é super charmoso, e foi lá que assisti meu primeiro por do sol no Oceano Índico e foi de tirar o fôlego!
No meu segundo dia por lá, negociei com um motorista de tuktuk para me levar a alguns lugares, e para ver o tal dos pescadores. Fomos até lá, e os belezinhas cobram para você tirar foto deles, mas ok né. Depois disso ele quis me levar a um Herbal Garden, um jardim com diversos tipos de planta e o guia do local foi me mostrando cada planta e cada remédio/creme que eles fazem com a tal da planta, além disso rolou uma rápida massagem que eu curti, é claro 😛 Ele acabou me deixando numa praia que fica bem próximo a Galle e que é linda!
Os pescadores únicos do Sri Lanka

Os pescadores únicos do Sri Lanka

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Bananas e muitas bananas por todo o país!

Bananas e muitas bananas por todo o país!

Tuktuks

Tuktuks

Comida de rua

Comida de rua

O farol do forte de Galle

O farol do forte de Galle

Alguns locais pulavam do alto do forte para que os turistas registrassem em uma boa foto e para que eles ganhassem um dinheiro com isso.

Alguns locais pulavam do alto do forte para que os turistas registrassem em uma boa foto e para que eles ganhassem um dinheiro com isso.

Por do sol do alto do Forte de Galle

Por do sol do alto do Forte de Galle

Aproveitei para ficar pela cidade de Galle (fora do forte) e andei por lá, vendo os locais, as feiras, etc.
No dia seguinte, peguei um ônibus local rumo à Tangalle, outra cidade do litoral e que era bem recomendada pelo guia. Vale dizer que andar de ônibus publico pelo país é ridículo de barato. Cada trecho de 2-3 horas de viagem custa no máximo, 1,50 dólar. Mas claro que estou falando de ônibus pinga-pinga, sem ar-condicionado ou poltronas, mas mesmo assim valeu a experiência.
Em Tangalle, achei uma guesthouse de frente à praia, também por 12-13 dólares, sendo que meu quarto tinha vista para o mar! Não achei nada ruim 😛
A cidade em si eu nem vi, pois fiquei só ali pela praia, relaxando, trabalhando e assistindo o por do sol. Um programa famoso para fazer na cidade é ir ver as tartarugas marinhas que durante a noite vão à praia para depositar seus ovos. Eu fui na primeira noite porém não tive muita sorte e só vi as bêbes, pois nenhuma das grandes (dizem que chegam a 1,5m!) foram à praia na noite em que fui. O local que fui trabalha com a preservação da espécie e custa 10 dólares, porém você só paga se a tartaruga aparecer.
Tangalle

Tangalle

Por do sol em Tangalle

Por do sol em Tangalle

Saindo de Tangalle fui seguindo em direção ao centro do país, na região de montanhas e plantações de chá, também muita famosas entre os turistas. Escolhi ir para Ella e tive que pegar 2 ônibus até chegar lá.

Por lá faz um frio gostoso então é preciso casaco. Negociei com um tuktuk que me levou à uma cachoeira bem bonita que existe por lá e foi engraçado que quando cheguei, eu tinha intenção de entrar, porém só tinha homens locais nadando por lá… ai fiquei meio sem saber o que fazer e para não causar muito, entrei de roupa e tudo ahhaha
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Cachoeira em Ella

Cachoeira em Ella

Os locais se divertem da sua maneira

Os locais se divertem da sua maneira

Depois da cocheira fui até um pico conhecido como Little Adam’s Pick e a vista lá do alto era linda!
Little Adam's Peack

Little Adam’s Peack

 Viajar por essa região vale muito a pena, pois o tempo todo você passa por montanhas, plantações de chá, cachoeiras, etc… é simplesmente lindo.
Minha intenção era pegar um trem rumo a Kandy, e dizem que este trecho da viagem é lindo fazer com o trem, porém para minha “sorte” os trabalhadores dos trens decidiram entrar em greve!
Acabei conseguindo uma carona até uma cidade próxima, e no caminha passei pelas plantações e vi os trabalhadores, algo que não tinha visto em visita à uma plantação de chá na Malásia, por esta mesma razão não fiz questão de ir visitar uma das inúmeras fabricas de chá (já que já tinha visto na Malásia).
Linda senhora trabalhando nas plantações de chá.

Linda senhora trabalhando nas plantações de chá.

Uma das senhoras que trabalha na plantação de chá.

Uma das senhoras que trabalha na plantação de chá.

Crianças locais que adoram uma camera fotográfica :)

Crianças locais que adoram uma camera fotográfica 🙂

O trecho para chegar até Kandy foi penoso, precisei pegar 3 ônibus! Mas felizmente cheguei e achei uma guesthouse simples porém bem localizada e por lá fiquei as próximas 3 noites.
Kandy é famosa por abrigar um dos templos mais importantes do país, ah vale lembrar que a maioria do país é budista, e neste templo reza a lenda, esta um dos dentes do Buda. O local é super famoso entre o fieis que lotam o templos todos os dias, todos vestidos de branco e trazem suas flores ao templo. Eu não fiz questão de entrar no templo pois para turista custava 10 dólares! Sendo que o tal do dente é guardado a 7 chaves e nem é possível ver nada.
A cidade é bem charmosa e tem um lago enorme bem no centro, por onde é gostoso caminhar. Todas as noites as 18h acontecem apresentações de dança típica no Town Hall da cidade e custa 5 dólares. Fui assistir uma delas e gostei, pois é uma cultura única e eles são bem doidos. No final da apresentação tem homem comendo fogo e andando sobre brasa!
Dança típica.

Dança típica.

O lago em Kandy

O lago em Kandy

Oferendas do templo budista.

Oferendas do templo budista.

Elefantes, por todo o país!

Elefantes, por todo o país!

Curry <3

Curry ❤

Olhando algumas recomendações no TripAdvisor, uma visita ao cemitério inglês da cidade era super recomendada ahahah eu eu fui né? Os ingleses foram os últimos a ocupar o Sri Lanka e os túmulos são desta época, bem antigo e onde as pessoas mal chegavam aos 40 anos. Então apesar de ser um passeio bem creapy foi interessante.
Voltei para Colombo e tive ainda 1 dia e meio até meu vôo no dia 14/10. Felizmente uma amiga que conhecia alguém daqui, nos colocou em contato e fui conhecê-lo. Foi ótimo pois ele trabalha com iniciativas de comércio justo (Fair trade) e fui conhecer alguns projetos com o qual ele trabalha. Gostei bastante pois é sempre bom conhecer algum local com quem voce pode conversar e entender melhor os problemas porém também as qualidades do país na visão de quem mora aqui.
Ele e sua familia foram extremamente gentis comigo, uma família local com a qual ele trabalha me ofereceu um almoço (curry) típico delicioso e ele me levou para ver os elefantes que são banhados próximo a sua casa, a poucos kilometros do centro de Colombo. Só no Sri Lanka para ver esse tipo de coisa!
Sai do país com uma imagem super positiva, pois acho que estava esperando algo parecido com a Índia. É claro que tem suas similaridades, todo mundo tem cara de indiano, as mulheres em sua maioria usam o sari, etc (na verdade não sei qual outra similaridade já que nunca fui a Índia ahahha). Porém o país é super limpo e relativamente seguro. As pessoas são super gentis e em sua maioria falam um pouco de inglês. A única coisa chato foi o assédio masculino, que é cansativo e chato. Porém vale dizer que eles não são agressivos e não encostam em você ou algo assim e nem chegou ao ponto de me sentir ameaçada, porém é chato.
O país é lindo, e oferece paisagens bem diversas, como praias, montanhas, etc. Conheci somente uma pequena região desta ilha, porém é a região que mais recebe turistas e é bem preparada para isso.
Ah, o visto para entrada deve ser comprado online alguns dias antes de visitar o país (e-visa) e custa 30 dólares e a maioria dos países podem escolher esta opção, como no caso do Brasil.
Sri Lanka também entra na minha lista de países que voltaria (após conhecer todos os outros que ainda quero conhecer hahah 🙂 Mas sim, super recomendo!
Cheers,
F. ❤

Ilhas Gili, o paraíso na Indonésia

Sem dúvidas as melhores praias da Indonésia (na minha opinião) estão aqui. Três ilhas Gili T, Gili Air e Gili Meno, cada uma com sua característica, sendo que a maior, com mais opções de entretenimento, acomodação e restaurante, é a Gili T.
Esta é a ilha que concentra também o maior número de mochileiros tanto aqueles que querem festa, quanto aqueles que querem relaxar (como eu). Fiquei 6 dias e confesso que não queria ir embora…
A praia é linda, apesar de não ter areia fofa o que acaba machucando o pé, porém o azul turquesa compensa e é impossível não aproveitar. Por ali a vida marinha é ainda bem conservada, então aluguei um snorkel e aproveitei para explorar a região algumas vezes. Dizem que é super fácil, mesmo só com snorkel, de avistar tartarugas marinhas. Eu até vi uma, porém quando fiz mergulho, e vi uma outra baby quando estava na beira do mar e de repente ela apareceu! A coisa mais linda!
No meu primeiro dia na ilha, os brasileiros que tinha conhecido em Bali ainda estavam por lá, então alugamos uma bike e gomo pedalar pela ilha, até que demos a volta completa, parando algumas vezes ao longo do caminho, e este é um passeio que recomendo.
A ilha é bem pequena e não existe carro, todo transporte é feito por carroças ou bicicletas, mas para ir do hostel para a praia e restaurantes é só ir caminhando. Meus dias se resumiam a ir a praia, caminhar pela ilha, snorkel/mergulho, etc. Aproveitei que em frente ao meu hostel tinha um studio de yoga e fiz algumas vezes, logo pela manhã, e mesmo sendo a primeira vez que estava fazendo yoga, adorei! Existem outros studios pela ilha, além de spas, porém os preços aqui eram bem mais caros que em Bali.
Vale lembrar que por ser uma ilha as coisas custam um pouco mais caro, porém não chega a ser uma diferença enorme. Para quem quer fugir dos preços dos restaurante (eu!) existe também todos os dias o night market, onde servem comidas locais e um prato bem servido custa uns 3 dólares! O local fica cheio que backpackers.
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Assim é a praia em Gili!

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Eu com os brazucas que foram meus companheiros de viagem 🙂

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Rua principal de Gili T

O hostel em que fiquei era super relax e curti bastante, fora que existia “open” de pancake (eles deixavam massa de panqueca pronta durante o dia todo e quem quisesse era só fazer a sua), chama Gili La Boheme e após 5 noites a 6a noite é grátis! Muitos turistas/mochileiros vão para Gili para ficar 5 dias e acabam ficando 1 mês, uma prova de que lá vale a pena a visita.
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Criança local que estava brincando no mar com seu irmão, por horas… linda.

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Esse é o irmão 🙂

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A maioria da população local de Gili T é muçulmana, e esse menina linda estava com seu uniforme escolar.

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As flores mais cheirosas da Ásia!

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Na rua do hostel, era ben rústico, então tinha cabras, patos, etc.

Ah vale dizer que existem várias agencias que organizam o trajeto de Bali até Gili e custa em média 35 dólares, o que eu achei bem caro. No meu caso saindo de Ubud, seguimos de minivan até o porto de onde saem os speedy boats para as Gilis, se não me engano o trajeto todo deve ser umas 3 horas.
Existem barcos públicos que fazem o trajeto entre as Gilis, caso queira ir conhecer alguma das outras ilhas, isso eu descobri só no meu último dia, então não fui. Porém quando fiz mergulho, aliás, existem inúmeras escolas de mergulho por lá, fui até Gili Air, e uma é mais bonita que a outra.
Não tenho muito mais o que falar de lá, a não ser que é o lugar para quem quer praias paradisíacas e descanso (ou baladas, já que em Gili T a party scene é bem forte). E como disse, foi difícil ir embora… só espero poder um dia voltar:)
Cheers,
F. ❤

O que trazer para um “mochilão” pelo Sudeste Asiático

Há poucos dias de completar 5 meses viajando com uma mochila nas costas, posso dizer que adquiri algum conhecimento sobre o que foi essencial trazer e o que foi dispensável.

Antes de começar minha trip já sabia que queria viajar “light” e este é o melhor conselho que alguém pode te dar! Como quando decidi fazer esta viagem eu estava morando no Laos, foi lá mesmo que comprei minha mochila, apesar das opções serem bem limitadas e todos os produtos vendidos lá são cópias chinesas, porém não posso reclamar, já que minha mochila esta aguentando firme até agora. Porém para quem quiser investir existem inúmeras opções para todos os bolsos e modelos diferentes para mulher ou para homem, etc. Escolhi uma de 50L o que é bem pouco. A grande maioria dos mochileiros que vejo, estão em geral com uma mochila de no mínimo uns 70L.

E uma coisa eu te digo, você irá se arrepender de trazer muita roupa ou acessórios desnecessários, pois quando você tiver que andar por pouco tempo que seja, com uma mochila pesando 20kg, você irá lembrar da dica: pack light!

Viajando com uma mochila pequena é obvio que não sobra espaço para comprar souvenirs em todos lugares, no meu caso optei por comprar coisas que não ocupam muito espaço ou ainda, que eu posso ir usando ao longo da viagem, como pulseiras e camisetas.

Vale dizer também que optei por trazer roupas mais usadas, ou seja, ao longo da viagem sempre que eu comprava uma camiseta nova, eu deixava uma velha para trás. Analisando bem, provavelmente minha mala atual tem bem pouco do que eu trouxe, pois ao longo destes 5 meses fui fazendo trocas 🙂 Atualmente estou com cerca de 11kg, porém já cheguei a 13kg, foi ai que quando estava em Hong Kong decidi mandar via correios algumas peças que eu não queria me desfazer porém que também não me fariam falta durante a viagem e ainda me devolveria espaço para caso eu quisesse algo a mais.

Resolvi tirar uma foto dos itens que recomendo trazer (na minha humilde opinião):

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1. Repelente

2. Protetor solar (Sudeste Asiático é sempre quente e sol)

3. Lenços umedecidos e lenços de papel (em muitos lugares não tem papel higiênico, principalmente durante viagens. Álcool em gel também é uma boa!)*

4. Lanterna (já usei em várias ocasiões, as vezes para ler enquanto estou em um hostel e já esta todo mundo com a luz apagada, ou para ir a algum lugar e a rua não é muito iluminada, para visitar uma caverna, etc. Pode ser aquelas headlamps também.)

5. Tampão de ouvido (isso é lindo! em geral uso quando durmo em hostel e sei que vai rolar barulho, usando isso entro numa bolha e durmo feliz).

6. Venda para os olhos (em hostel ou locais onde não há cortina, se a luz te incomoda, isso é um item necessário)

7. Remédios (eu não sou hipocondríaca, então só trouxe o básico e as unidas coisas que usei foram: neosaldina, buscopam e dramim. É sempre bom trazer algo para febre, para diarréia, etc. Muitos viajam ao sudeste asiático e tomam remédios para Malária, porém o remédio tem vários efeitos colaterais e é super caro, então relaxa!) Para os mais neuróticos já vi viajantes que trazem seu próprio lençol (com medo dos bed bugs) e sua própria mosquito net (mosqueteiro), o que acho um exagero.

8. Bolsa para bater no día a día. Eu em geral vario entre minha mochila e esta bolsa azul que comprei durante a viagem.

9. Eletrônicos. No meu caso eu trouxe computador, ipad, celular, o que é um exagero, porém como estou trabalhando preciso do meu computador, mas para quem esta vindo de férias um tablet ou caso você queria desconectar de tudo, traga só um smartphone e você será feliz. Ah vale dizer que todos meus guias Lonely Planet de viagem que comprei, foram na forma de e-book, para evitar o peso. Então uso-os no iPad e super recomendo.

10. Pen drive. É sempre bom ter um para salvar e imprimir bilhetes aéreos, ou para salvar fotos, etc.

11. Livro. Você provavelmente irá passar algumas horas viajando ou relaxando na praia e um livro é sempre bem vindo. Fato curioso: eu comprei um único livro (usado) quando estava no Vietnã e atualmente estou no meu quarto livro e todo foram book swaps, ou seja, em geral nos hostels existem outros livros deixados por viajantes, então quando terminava um, deixava o meu e levava um outro 🙂

12. Camera fotográfica. Isso é obvio né? No meu caso além da camera também tenho uma Gopro, a queridinha dos viajantes agora e super recomendo!

13. Canga. 

14. Capa de chuva. Essa branca do lado direito na foto, deve ser a minha terceira capa 😛 mas caso venha na época de chuvas é sempre bom trazer.

15. Travesseiro de pescoço. Isso eu não largo por nada!

16. Roupas: isso é muito relativo, mas o que li e o que tem funcionado para mim é trazer 6-7 blusas, 5-6 shorts/calça/legging (meu caso: 4 shorts, 1 legging e 1 calça legging), que possam ser utilizadas em diferentes combinações. Vestidos são uma boa opção também, pois é uma peça única e que ocupa pouco espaço. Roupas íntimas também 5-6, pois você irá lavar. Na verdade é muito fácil lavar a roupa durante a viagem, muitos hostels oferecem este serviço por preços ridículos de barato (1 dólar por 1 kg!).

17. Toalha de microfibra (aquelas que secam super rápido). Isso é essencial pois muitos hostels não oferecem toalha.

Bom, isso é tudo que consegui pensar 🙂 Ah para as mulheres te digo que não precisa trazer estoque que absorvente, isso você encontra em qualquer lugar. Uma opção para uma viajem longa assim e caso você queira se sentir mais segura é trazer um Diva cup (não sabe o que é? clica aqui) porém teste antes de viajar pois conversando com uma mexicana que conheci em Bali ela quase teve um fim trágico por conta deste item e ela acabou trazendo um estoque desnecessário de absorventes para sua viagem de meses!

A dica é trazer roupas leves que combinem entre si e saiba que você irá comprar coisas, pois é tudo muito barato e em cada país existe uma camiseta típica que tenho certeza que você irá querer. Além das calças hippies com elefantes que todo mochileiro compra 😛 Maquiagem é outro item quase desnecessário, então traga o básico (no meu caso isso é: corretivo, blush e umas 4 máscaras de cílios hahah).

Ah quase esquecendo: sapatos! Eu trouxe 2 havaianas (no momento só tenho uma), um tênis e tinha trazido uma sandália que se perdeu ao longo do caminho. Acho que não precisa mais do que isso, porém caso ir a baladas esteja no seu roteiro vale trazer uma rasteirinha mais arrumada e isso será suficiente.

Só um extra é na hora que fazer a mochila, eu optei por separar em dois compartimentos as peças de cima e as peças de baixo, isso facilita na hora de procurar algo para vestir, os shorts estão com os outros shorts e as blusas com as blusas. Existem os packing cubs que são cubos que ajudam você a organizar melhor sua mochila/mala, porém não tive como comprar antes e por mim tanto faz (é isto aqui).

Espero ter ajudado 🙂

Cheers,

F. ❤